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Uniphyl Cr (Theophylline)

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Uniphyl Cr (teofilina) é um medicamento de liberação prolongada, usado para ajudar no controle dos sintomas de doenças respiratórias com chiado e falta de ar, como a asma e a bronquite. Ao liberar o medicamento aos poucos ao longo do dia, pode contribuir para manter os brônquios mais abertos. Use conforme a orientação do seu médico e não interrompa por conta própria. Pode haver efeitos como náuseas, dor de cabeça e palpitações.
Uniphyl Cr (Teofilina)

Uniphyl Cr (Teofilina) — Descrição Completa

O Uniphyl Cr contém teofilina em formulação de liberação prolongada (Cr). É um medicamento usado no tratamento de condições respiratórias em que se busca melhorar a ventilação e reduzir sintomas relacionados ao estreitamento das vias aéreas.

A seguir, você encontra informações em linguagem clara sobre como funciona, para que serve, como e quando tomar, interações, segurança e orientações práticas. As informações não substituem a avaliação de um profissional de saúde.

1) Informações básicas do produto

Nome comercial: Uniphyl Cr
Princípio ativo: Teofilina
Forma farmacêutica: liberação prolongada (Cr)
Classe terapêutica (contexto): broncodilatador/medicamento para suporte em doenças respiratórias com componente de broncoespasmo (uso conforme avaliação clínica).

Por ser uma formulação de liberação controlada, o Uniphyl Cr costuma ter um regime posológico que favorece níveis do medicamento ao longo do tempo. Isso ajuda a manter o efeito e a reduzir oscilações.

2) Como a teofilina (Uniphyl Cr) age no organismo

A teofilina é um broncodilatador que atua principalmente promovendo relaxamento do músculo liso das vias aéreas. Além disso, pode ajudar a reduzir alguns mediadores inflamatórios e melhorar a resposta ao tratamento em certas condições respiratórias.

Mecanismo de ação (explicado de forma simples)

  • Relaxamento das vias aéreas: contribui para diminuir o broncoespasmo, facilitando a respiração.
  • Aumento da função respiratória: pode melhorar parâmetros de fluxo de ar em pessoas com sintomas.
  • Efeitos no nível celular: participa de vias bioquímicas relacionadas a “sinalização” intracelular, o que ajuda a sustentar o efeito broncodilatador.

Importante: o efeito da teofilina pode variar entre indivíduos. Além disso, a teofilina tem uma janela terapêutica relativamente estreita em comparação com outros medicamentos, o que torna o acompanhamento e o cuidado com interações fundamentais.

3) Farmacocinética (como o corpo lida com o medicamento)

A farmacocinética resume o “caminho” do medicamento: absorção, distribuição, metabolismo e eliminação. Na teofilina, esses processos são relevantes porque podem ser influenciados por fatores como idade, doenças hepáticas, hábitos e uso de outros remédios.

Pontos-chave

  • Absorção: em formulação de liberação prolongada, a teofilina tende a ser absorvida de modo gradual.
  • Distribuição: é distribuída pelo organismo, com participação em compartimentos que afetam o efeito clínico.
  • Metabolismo: a teofilina é metabolizada principalmente no fígado. Assim, alterações hepáticas podem aumentar o risco de efeitos adversos.
  • Eliminação: a depuração pode variar; parte do produto/metabólitos é eliminada pelos rins.
  • Níveis sanguíneos: como a teofilina pode causar toxicidade se houver excesso, em alguns cenários pode haver necessidade de monitorização conforme orientação clínica.

Mesmo sendo um medicamento de uso prolongado (Cr), o organismo pode reagir de maneira diferente a cada pessoa. Por isso, não é recomendado ajustar dose por conta própria.

4) Indicações e para que o Uniphyl Cr é usado

O Uniphyl Cr é indicado para condições respiratórias em que a teofilina possa ser útil para melhorar a broncodilatação e ajudar no controle de sintomas, especialmente quando há necessidade de tratamento contínuo.

Indicações típicas (conforme avaliação clínica)

  • Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC): em alguns casos, como terapia de suporte para controle de sintomas.
  • Asma (quando aplicável): pode ser considerada em situações específicas, conforme gravidade, resposta e estratégia do tratamento.
  • Broncoespasmo associado a condições respiratórias crônicas, quando indicado pelo profissional de saúde.

A teofilina não costuma ser “primeira linha” para todas as pessoas; ela pode ser escolhida quando os benefícios esperados superam os riscos e quando há necessidade de controle adicional, sempre com monitoramento e cuidado com interações.

5) Como usar: dose, timing e modo de tomar

O regime de dose do Uniphyl Cr pode variar conforme idade, peso, função hepática, histórico clínico e uso de outros medicamentos. Portanto, siga sempre a orientação do seu plano terapêutico.

Timing (quando tomar)

  • Em geral, por se tratar de liberação prolongada, o medicamento é administrado em intervalos que permitam manter o efeito ao longo do dia.
  • Procure manter horários regulares para reduzir variações nos níveis.
  • Se houver ajuste de horário, faça isso com orientação para não comprometer o controle ou aumentar risco de efeitos adversos.

Dose (visão geral)

Como a teofilina requer atenção a níveis e interações, a dose deve ser individualizada. Abaixo, apresentamos uma visão geral apenas para orientar como a escolha costuma ser feita:

  • Adultos: a dose é ajustada conforme resposta clínica, tolerância e fatores individuais.
  • Idosos: podem ter maior sensibilidade e menor depuração, exigindo maior cautela.
  • Doença hepática: pode exigir redução de dose e acompanhamento.
  • Tabagismo e hábitos: podem influenciar o metabolismo.
  • Crianças/adolescentes: o uso deve ser rigorosamente individualizado por equipe habilitada.
Aspecto Orientação prática
Intervalo Em geral, definido para manter níveis constantes (frequência específica conforme prescrição e apresentação).
Horário Manter regularidade; evite atrasos grandes.
Via de administração Via oral.

Como tomar com segurança

  • Engolir o comprimido/cápsula conforme a apresentação: não altere a formulação de liberação prolongada.
  • Evite partir, triturar ou mastigar, a menos que a apresentação permita explicitamente e a orientação clínica indique. Isso é importante para não romper o perfil de liberação.
  • Se esquecer uma dose, em muitos casos pode ser orientado tomar assim que lembrar; porém, com medicamentos de liberação prolongada, o melhor cuidado é seguir orientações específicas do seu médico/farmacêutico e da bula. Não dobre a dose.

6) Alimentação: interações com comida e jejum

A ingestão de alimentos pode influenciar absorção e tolerância da teofilina. Em algumas situações, a presença de alimento pode reduzir desconforto gastrointestinal ou alterar a absorção.

Recomendações úteis

  • Se você percebe náuseas ou desconforto gástrico, pode ajudar tomar junto com uma refeição leve (desde que esteja alinhado ao seu plano terapêutico).
  • Evite mudanças bruscas de rotina alimentar enquanto estiver estabilizando a resposta ao medicamento.
  • Consulte orientação se estiver usando dieta especial, alimentação enteral ou jejum prolongado.

O mais importante é manter consistência: mudanças grandes podem alterar o efeito ao longo do dia.

7) Álcool: riscos e recomendações

O consumo de álcool pode aumentar o risco de efeitos adversos e dificultar a estabilidade dos níveis de medicamentos metabolizados no fígado, além de potencialmente piorar sintomas respiratórios.

O que considerar

  • Evite ou reduza ao máximo o consumo de álcool durante o tratamento, especialmente no início ou durante ajustes.
  • Se você tem doença hepática ou histórico de gastrite/refluxo, maior cautela é necessária.
  • Em caso de consumo ocasional, observe sintomas como palpitações, náusea, tremor, insônia e procure orientação se ocorrerem.

8) Interações com medicamentos (e por que isso é tão importante)

A teofilina interage com diversos medicamentos que podem aumentar ou reduzir seus níveis no organismo. Como a margem entre efeito e toxicidade pode ser menor do que em outras medicações, é essencial revisar a lista de remédios antes de iniciar, suspender ou ajustar qualquer tratamento.

Interações que podem aumentar o risco

Alguns fármacos podem elevar a concentração de teofilina, aumentando chance de efeitos como: tremor, náuseas, vômitos, diarreia, palpitações e, em casos graves, arritmias e convulsões.

  • Alguns antibióticos (por exemplo, macrolídeos, quinolonas) podem influenciar o metabolismo.
  • Medicamentos antifúngicos podem reduzir a eliminação da teofilina.
  • Cimetidina e alguns remédios para azia podem interferir no metabolismo.
  • Outros broncodilatadores e remédios para controle de asma/DPOC podem alterar risco de taquicardia, dependendo da combinação.

Interações que podem reduzir o efeito

Outros medicamentos podem reduzir os níveis de teofilina e diminuir a resposta clínica:

  • Indutores enzimáticos (alguns anticonvulsivantes e outros fármacos) podem acelerar a metabolização.
  • Alguns medicamentos usados para tuberculose ou outras condições podem acelerar a depuração (sempre avaliar caso a caso).

O que fazer na prática

  • Informe ao profissional de saúde todos os remédios usados, incluindo fitoterápicos e suplementos.
  • Ao iniciar um novo medicamento, verifique se existe potencial de interação.
  • Não altere dose por conta própria, principalmente em caso de sintomas novos.

Esta seção não substitui a bula e a avaliação individual; ela serve para destacar a importância do tema.

9) Segurança: perfil de eventos adversos e sinais de alerta

A teofilina pode causar efeitos colaterais, especialmente quando há excesso de concentração (por dose elevada, interações, função hepática reduzida ou mudanças de hábitos). O risco pode ser maior no início do tratamento e em períodos de ajuste.

Efeitos adversos comuns/esperados (podem variar)

  • Náuseas, desconforto gastrointestinal, dor de estômago.
  • Dor de cabeça.
  • Tontura ou sensação de instabilidade.
  • Insônia e/ou irritabilidade.
  • Tremor.
  • Palpitações.

Sinais de alerta (procure atendimento)

  • Palpitações intensas, falta de ar diferente da habitual, sensação de desmaio.
  • Vômitos persistentes ou diarreia importante.
  • Tremor forte, confusão, agitação extrema.
  • Convulsões (em casos graves) e outros sintomas neurológicos.

Se você apresentar sintomas compatíveis com intoxicação, não espere melhorar sozinho. Procure orientação urgente.

Cuidados especiais

  • Doença hepática: pode aumentar risco de acúmulo.
  • Idade avançada: pode haver maior sensibilidade.
  • Arritmias ou predisposição cardiovascular: exige atenção extra.
  • Uso concomitante de outros medicamentos: revisar interações é essencial.
  • Tabagismo: pode alterar metabolismo; não interrompa ou inicie tabaco sem orientação.

10) Dicas práticas para uso correto

  • Tenha rotina: escolha horários que você consiga manter e use lembretes, se necessário.
  • Evite “ajustes caseiros”: teofilina requer cautela; mudanças devem ser orientadas.
  • Consistência alimentar: se fizer refeições em horários diferentes, monitore como você se sente.
  • Revise interações: ao usar antibióticos, antifúngicos, remédios para acidez ou anticonvulsivantes, confirme possíveis interações.
  • Atenção ao sono: se houver insônia, isso pode exigir ajuste de horário com orientação.
  • Hidratação e bem-estar: mantenha-se hidratado e observe sintomas gastrointestinais.
  • Não compartilhe o medicamento: fórmulas de liberação prolongada e doses devem ser individualizadas.

11) Alternativas terapêuticas (visão geral)

Dependendo do diagnóstico, gravidade, perfil de sintomas e comorbidades, outros medicamentos podem ser utilizados para controle de broncoespasmo e sintomas respiratórios. Em geral, a estratégia pode incluir:

Opções frequentemente consideradas (conforme avaliação)

  • Broncodilatadores inalados (ex.: beta-agonistas de curta ou longa ação; anticolinérgicos de longa ação), muito comuns em DPOC e asma.
  • Corticosteroides inalados e combinações inalatórias para controle de inflamação (quando indicados).
  • Outras terapias para asma/DPOC (por exemplo, abordagens adicionais conforme tipo de doença e resposta).

A escolha depende da sua condição clínica e de como você responde ao tratamento atual. Não substitua por conta própria. Se você busca alternativas, leve suas dúvidas para seu profissional de saúde.

12) Contexto de mercado e orientação legal no Brasil

No Brasil, medicamentos como a teofilina estão sujeitos às regras da ANVISA e ao cumprimento das normas aplicáveis à comercialização, rotulagem e armazenamento. A disponibilidade pode variar conforme apresentação, registro vigente e políticas de fornecimento de cada distribuidor.

Em plataformas de farmácias, a venda deve seguir as exigências legais pertinentes e os processos internos de verificação. Além disso, recomenda-se sempre conferir lote, validade e integridade da embalagem no recebimento.

Orientações recentes (atualizações gerais)

Diretrizes clínicas e recomendações terapêuticas podem ser revisadas com o avanço de evidências e comitês especialistas. Para informações atualizadas sobre manejo de asma e DPOC, é comum consultar:

  • Diretrizes nacionais e internacionais de manejo de doenças respiratórias.
  • Atualizações sobre segurança da teofilina e importância de interações.
  • Recomendações locais sobre monitoramento clínico e ajustes de dose.

Se você utiliza teofilina, vale revisar periodicamente com seu médico a necessidade de manutenção, a dose e a lista completa de medicamentos em uso.

13) Disponibilidade, entrega e como receber

O Uniphyl Cr (teofilina) pode estar disponível em farmácias online conforme estoque e logística. A disponibilidade pode variar por cidade, prazos de reposição e fornecedor.

Boas práticas ao solicitar

  • Verifique no carrinho a apresentação (concentração e forma) para garantir que é a correta.
  • Confira validade e condição da embalagem na entrega.
  • Armazene em local seco, ao abrigo de calor e umidade, conforme instruções da embalagem/bula.
  • Em caso de divergência, contate o suporte da loja para orientação.

Em entregas, o tempo pode variar conforme CEP e modalidade de envio. Ao fechar a compra, a plataforma costuma exibir prazos estimados.

14) FAQ — Perguntas frequentes

1. Uniphyl Cr serve para “soltar” o pulmão na crise?

O Uniphyl Cr (teofilina de liberação prolongada) tem perfil de uso contínuo e controle de sintomas ao longo do tempo. Para crises agudas, frequentemente são utilizados outros medicamentos de ação mais imediata, conforme orientação clínica. Em caso de crise, procure o plano de ação definido para você.

2. O que devo fazer se eu esquecer uma dose?

Regra geral: não dobre a dose. Em medicamentos de liberação prolongada, o melhor é seguir as orientações da bula e/ou do seu profissional de saúde. Se quiser, verifique com nosso suporte qual conduta é indicada para o seu caso.

3. Tomar junto com comida é obrigatório?

Não necessariamente para todas as pessoas, mas comida pode ajudar a reduzir desconforto gastrointestinal e melhorar a tolerância. O ideal é manter consistência e seguir a orientação do seu plano terapêutico.

4. Posso beber álcool durante o tratamento?

O álcool pode aumentar risco de efeitos adversos e sobrecarregar o fígado. A recomendação mais segura é evitar ou reduzir ao máximo, especialmente no início e durante ajustes. Se houver consumo, observe sintomas e procure orientação se surgirem sinais de alerta.

5. Quais interações são mais preocupantes?

Interações que elevarão a teofilina (aumentando risco de toxicidade) e interações que reduzirão seu efeito podem ser relevantes. Antibióticos, antifúngicos e alguns medicamentos para azia ou anticonvulsivantes são exemplos em que é comum haver interação. Sempre revise sua lista de medicamentos.

6. Por que a teofilina requer tanta atenção com dose?

Porque pode ocorrer toxicidade se os níveis ficarem altos. Fatores como função hepática, idade e interações medicamentosas influenciam concentração e tolerabilidade. Por isso, o uso costuma ser mais cuidadoso do que em outros broncodilatadores.

7. Quais sinais indicam que devo procurar atendimento?

Palpitações intensas, vômitos persistentes, tremor forte, confusão/agitação importante, desmaio, convulsões ou piora acentuada da respiração além do esperado. Nesses casos, procure atendimento imediatamente.

8. Existem alternativas se eu não tolerar o medicamento?

Sim. A terapia para asma e DPOC pode incluir broncodilatadores inalados e corticosteroides (quando indicados), além de outras abordagens. A melhor alternativa depende do seu diagnóstico e do seu histórico.

9. O medicamento pode causar insônia?

Pode. Se você notar insônia ou agitação, converse com seu profissional de saúde. Ajustar horário ou dose pode ser necessário, mas não faça alterações sozinho(a).

10. Como devo armazenar em casa?

Armazene conforme as instruções da embalagem/bula: proteger da umidade e do calor e manter fora do alcance de crianças. Não utilize produto com aparência alterada ou com validade vencida.

15) Resumo rápido

  • Uniphyl Cr contém teofilina em liberação prolongada.
  • Ajuda a melhorar a broncodilatação e controlar sintomas em condições respiratórias crônicas.
  • A ação e a segurança dependem de dose individualizada e atenção a interações.
  • Álcool e alguns remédios podem aumentar riscos; revise sua lista de medicamentos.
  • Procure atendimento se surgirem sinais de alerta (palpitações intensas, tremor forte, vômitos persistentes, confusão, convulsões).

Informação adicional

Dosagem: No selection

400mg

Embalagem: No selection

30 pill, 60 pill, 90 pill, 120 pill, 180 pill, 360 pill